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Escuridão era ainda maior naquela noite, a cidade reluzente tinha um clima frio e tenso. O mal da névoa que afligia o mundo pelo despertar maligno a leste cercava as cidades gêmeas buscando seu caminho pelas vielas e portos
A protetora daquele istmo observava do alto seu lar, Janna ali estava desde que Aurélio tinha separado Shurima de Valoran cauterizando o mais antigo mal deixando só aquela porção de terra ligando os grandes continentes desse lado do mundo.
As orações clamavam por ela agir mais uma vez em nome de Oshra Va'Zaun, a névoa do rei estrangeiro amaldiçoado não entraria na sua cidade. No entresol e na praça do Incognium Runeterra duas magas lideravam um pequeno grupo de magos das vielas e ladauto respectivamente
Eletricidade e notas antigas clamavam pela protetora do grande porto de Oshra Va'Zaun e a fúria da tempestade os atenderia
"Caro amigo do outro lado do rio
Minhas mãos estão frias e nuas
Caro amigo do outro lado do rio"
Névoa negra vinha rastejando sob a terra vindo de Shurima ao sul e de Noxus ao norte o lado oriental e ocidental do porto da cidade do progresso na mesma escuridão
— Minhas filhas atendo seu pedido — voz ecoou silenciosa pelo ar junto da eletricidade que escorria de Zaun é cristais losangulares de Piltover — pequeno rei a mil anos sua honrosa princesa foi bem vinda ao mares de Oshra Va'Zaun, mas agora sua maldita ruína não passará
O Incognium Runeterra pela primeira vez se ativou e brilhou ao girar como uma usina de magia hexthec. Pequenos pássaros azuis entalhados nos mais diversos materiais brilharam por toda cidade, e doce brisa passou por todos do antigo ex entreposto do Império do Sol
Com abrir de asas de Zéfiro no céu se fechou as portas definitivamente, névoa negra do pequeno rei Viego nunca gravariam suas garras nas cidades de Jan'ahrem
