Chapter Text
Ano 2 – Sexta Época. Época da Modernidade
Após a batalha contra o cosmos, a Terra venceu com muitas baixas de além oficiais. Restando a maioria sendo Beyonders selvagens ou Beyonders em proteção dos deuses pilares.
Mesmo estando em caos, o mundo sofreu melhorias tecnológicas, com a criação do telefone com fio, do alto-falante, do rádio e instrumentos musicais. Essas novas tecnologias foram todas causadas por uma organização que chama bebês de cabelo encaracolado. Graças à liderança de Hela, que esteve sob a supervisão e parceria das cinco igrejas centrais ortodoxas, atendeu os pedidos dos jornalistas e informou das invenções que revolucionaram a antiga era e trouxeram uma nova era.
Contudo, infelizmente a vitória das compras ortodoxas é temporária. Agora mais do que nunca os Beyonders oficiais tem que subir de sequência.
Nas ruas da cidade de Street Hall, um grupo de homens com máscaras de demônios estavam prendendo uma garota loira de olhos azuis em um beco sem saída.
A garota usava um vestido de uma época vitoriana, de cor azul com três babados que traziam mais volume ao vestido. Suas mãos seguravam o que parecia ser um caderno de capa dura roxa.
Ela estava com muito medo. Ela sabia que o que eles queriam era aquele livro. Mas não poderia entregar.
“Madame Augustus, seja uma bela dama e nos entregue o que viemos pegar.”
Ela recuou para trás, escondendo o livro em suas costas.
"Não! Eu nunca vou entregar para vocês o caderno de Zeodyas! Desistam!"
Um dos homens deu um suspiro, antes de caminhar mais rapidamente na direção de Madame Augustus.
“Se não vai ser por bem, vai ser por mal.”
Quando eu estava prestes a roubar o caderno dela, apareceu uma moça na frente dele. Os homens se assustaram e se afastaram por instinto.
'O que? Desde quando ela estava aqui?'
Essa moça com beleza estonte parecia usar uma máscara vermelha em seu rosto cobrindo ao redor dos olhos, seus cabelos eram castanhos e olhos de coloração azul. Ela se vestia com um vestido branco com detalhes dourados, com a ponta passando dos joelhos e seu sapato com salto alto era dourado.
“Boa noite, cavalheiros.”
Os homens estavam atentos às ações da mulher que estavam na frente deles. Ela parecia ser uma sequência de mídia Beyonder. Talvez uma sequência 6?
Eles fizeram suposições com a possível adversária, ficando constantemente cautelosos.
A moça por outro lado, colocou a mão no peito em forma de cumprimento aos homens mascarados.
“Perdoe-me por tê-los assustado, mas essa moça parecia precisar de ajuda.”
“Você me disse?”
Augustus estava em dúvida com a ajuda que a estranha estava lhe oferecendo. Como resposta, a mascarada deu um sorriso para ela e voltou a sua atenção para os homens em sua frente.
"Então eu peço que vocês desistem de atacá-la e saiam daqui. Depois esqueçam de tudo o que aconteceu hoje e se entreguem para a polícia local."
Os seus olhos caíram a rodopiar enquanto dava a ordem e sem perceber, os homens concordaram com o pedido da estranha e resolveram ir embora sem causar nenhum contratempo.
Madame Augustus não poderia deixar de ficar surpresa. Como ela conseguiu convencer aqueles homens que deveriam estar interessados a matá-la se não conseguissem o que queriam?
Ela tem personalidade seu rosto em direção a moça mascarada enquanto mostrava uma expressão atônita para ela.
A estranha se virou e caminhou em sua direção e ficou perto da mesma.
“Desculpa que tudo isso aconteceu contigo.”
"Hã? Ah... isso é normal. Todo mundo vem atrás do meu caderno."
Ela disse simplesmente. Mesmo não sabendo quem estava por trás daquela máscara, ela sentia que poderia confiar nela. O que ela também acabou de notar que estava muito calma desde que ela chegou.
"Me desculpe pela falta de educação. Eu agradeço pela ajuda."
"De nada, madame Augustus. Eu só fui caminhando por perto e percebi esse problema. Não precisa se preocupar."
"Haha. Como eu sou uma mulher de sorte..."
Seus olhos se arregalaram do nada, percebendo algo nas palavras da estranha.
“Espera… como você sabe meu sobrenome?”
Por um momento, ela sentiu o clima tenso. Ela veio aqui para pegar o caderno? Ela não poderia permitir que pegassem!
Quando resolveu se afastar e esconder ainda mais o caderno, ela piscou e a mulher mascarada distante.
“Hã?.. Onde.. eu estou?”
Ela não sabia o que estava fazendo naquele momento. E por que estava com medo? Isso tudo era estranho.
“Ou pode ser coisa da minha cabeça.”
E dessa forma, Madame Augustus saiu do beco despreocupada, sem o caderno.
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Caminhando tranquilamente pela calçada, uma jovem moça de cabelos ruivos, usando vestido branco com dourado e brincos prateados, segurava um livro em suas mãos com beleza e graciosidade. Ninguém notou nada de estranho nela e no cachorro de óculos que algum momento começou a acompanhá-la em algum momento.
As duas figuras olhavam uma para a outra às vezes enquanto caminhavam. Parecia que elas conseguiam se comunicar mentalmente uma com a outra, não dando esforço para conversarem normalmente.
Elas seguiram dessa forma até chegarem na bifurcação, onde elas encontraram uma mulher de cabelo castanho e olhos azuis, ela usava um chapéu marrom e um vestido longo da mesma cor. Se não fosse pelo seu ar mais sábio, dava para dizer que a moça era uma pessoa muito jovem.
A moça de cabelos ruivos transmitiu ao ver uma conhecida pela cidade e com calma foi em sua direção cumprimentá-la.
“Já faz um tempo, Madame Fors.”
Fors se vira e olha para trás para ver quem havia chamado, notando que era sua melhor amiga, Audrey Hall.
"Madame Audrey! Quanto tempo! Não vejo você presencialmente já faz meses."
A escritora olha para baixo e percebe que a maior companheira de Audrey também estava ali.
"Oi Susie. Como vai a vida como uma santa da igreja do Senhor Louco?"
Susie recentemente subiu de sequência para a sequência 3 do caminho do espectador, e para não perder o controle, a Madame Justiça conversou com o Senhor Louco em uma reunião se a Susie poderia se tornar uma santa de uma de suas jóias.
O que felizmente, 'Ele' permitiu. Agora havia uma igreja do Louco em Street Hall com Susie como Santa e Diácono.
Susie que avaliou Fors calmamente, latiu antes de respondê-la com a mesma gentileza.
"Vai indo bem. Muitos fiéis vão constantemente para a igreja pedir perdão e se confessar para o Senhor."
“E eles confessaram alguma coisa útil?”
"Hmm... Ultimamente não. Eles não têm nada que seja utilizado para nós no momento, além daqueles que são Beyonders não afiliados da igreja e têm uma fé poderosa. Então eles sempre vão pedir proteção contra as ameaças e loucura."
Fors coloca a mão no queixo enquanto escutava as palavras de Susie calmamente. Parecia realmente calmo demais nesse planeta.
“E você dá essa proteção?”
"Claro que não. Sou apenas um cachorro. Não consigo fazer uma coisa dessa."
Susie não entendeu quando Fors e Audrey começaram a rir do comentário dela. Até que Audrey pergunta com diversão.
“Mas Susie, os cachorros não concedem proteção aos seus donos?”
"Só quando quero. Mas isso não é algo que se conceda para estranhos."
Audrey suspira e é interrompida antes de balançar a cabeça em negação. Mas ela volta o seu foco na sua amiga que estava parada na calçada.
“Mas o que você está esperando Fors?”
“Estou esperando a Xio terminar o trabalho dela antes de voltarmos pro cosmos.”
"Mas vocês já estão voltando? Acabaram de chegar."
Fors movimentos os braços para limpar a poeira inexistente do seu vestido e depois olha para Audrey enquanto continua falando.
"Eu sei. Mas lá em cima é um lugar muito grande. Com vários planetas, vários povos diferentes. Isso me anima de certa forma. Me deixa com muito mais criatividade para escrever meus livros."
Audrey fica com uma expressão bem desanimada por um momento, mas depois volta com um sorriso mais contente e delicado que um dia foi de uma nobre ingênua.
"Entendo. Espero que na próxima reunião do Clube do Tarô você nos conte as suas aventuras."
"É claro. Eu irei contar para vocês com muito prazer."
Na sede do MI9, Xio caminha pela porta de saída e vai em direção a Fors com um sorriso no rosto.
"Já tirei minha licença de férias. Podemos sair viajando tranquilamente por 2 meses."
Quando Audrey acenou para Xio foi então descobrir que sua amiga também estava lá.
"Ah, Audrey. Boa noite! Eu não te vi aqui."
"Eu estava usando invisibilidade psicológica. A culpa foi minha por não ter me notado."
Audrey desculpou estendendo sua mão ao peito para o Xio.
"Mas é bom saber que você está bem. A Fors me falou que vocês vão para o cosmos."
"Sim. Planejamos visitar pelo menos 4 planetas nesses dois meses."
Ela ficou bastante surpresa. Mas o seu rosto não expressa.
"Mas tem como visitar 4 planetas em dois meses? Acho um pouco difícil."
Fors e Xio afirmaram simultaneamente. Xio cruza os braços enquanto responde a Audrey.
“É realmente difícil, mas não podemos dizer que é impossível.”
"Exato. Não faz mal ter um objetivo de vida, mesmo sendo impossível."
Enquanto Audrey escuta a última frase, ela sente uma tristeza no coração. Qual era seu objetivo de vida, além de proteger sua família? Ela não sabia.
“Vocês têm razão.”
O silêncio durou alguns segundos. A situação realmente foi constrangedora, menos para os espectadores, com as pessoas passando pelas ruas com as bicicletas e carruagens. Xio foi quem havia quebrado o clima automaticamente.
"Bom... Nós vamos indo. Nos vemos em breve, Audrey."
“Até mais Audrey, estamos indo.”
Uma porta de luz foi aberta com várias pedras cristalinas na frente da dupla de amigas e as duas passaram. Audrey lentamente despediu-se delas e depois da porta desaparecer, ela suspirou como se essa ação tivesse tido o cansaço.
“Vamos, Audrey?”
"Pode ir na frente, Susie. Eu quero ir em um lugar primeiro."
Susie olhou para Audrey por alguns segundos antes de latir bufando.
“Você tem certeza de que não quer que eu vá junto?”
Ela negou com a cabeça, e depois se agacha fazendo carinho na cabeça dela. O seu sorriso era brilhante, mas Susie sabia que a expressão de Audrey era só para confortá-la. E infelizmente, funciona.
"Tudo bem... Au! Só tome cuidado."
“Tudo bem, eu tomarei.”
Ela terminou de fazer mais um carinho na sua amiga peluda e depois começou a caminhar em direções opostas uma da outra.
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Dentro de um salão de música, um grupo de artistas tocava um estilo de música inovador que chamava de rock. O grupo era composto por um baterista, baixista, tecladista e um guitarrista que também era o vocalista. Eles estavam tocando uma música animada para chamar a atenção das pessoas, e funcionava com cada ritmo envolvente e único.
Ao chegar no ápice da música, o guitarrista fez um solo envolvente que tirou a atenção de todas as pessoas. Foi nesse momento que Audrey entrou no local. Ela ficou em silêncio enquanto observava as pessoas interagindo com a banda com extrema alegria. Mas o que ela mais observava era o guitarrista.
O guitarrista tinha cabelos castanhos ondulados presos em um meio rabo de cavalo, a outra metade passando pelos seus ombros compridos. Os seus olhos eram castanhos claros que destacavam na luz, realçando o seu rosto branco e de beleza impecável.
O show contínuo por mais uma hora. Parecia que todos estavam felizes e querendo que tivessem mais músicas.
“Mais um! Mais um!”
“Por favor, queremos mais de suas músicas empolgantes!”
“Não, embora!”
"Eu lamento, galera. Mas agora temos que nos despedir por hora."
O vocalista disse com pesar e depois se despediu do público, saindo do palco lentamente junto com os outros membros da banda.
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"A gente se encontra por aí. Até mais."
Passando pela saída, o homem de olhos castanhos caminha em direção oposta dos companheiros, chegando ao que parecia ser um camarim. Tudo era iluminado pelo brilho das velas, as paredes pareciam de cor bege e pela falta de força de luz, era um pouco escuro o bege chegando ao marrom.
Havia uma cadeira perto da penteadeira, onde o homem caminhou em direção e pegou um pente. Ele desamarra os seus cabelos e começa a pentear lentamente, até que ele vê uma sombra no fundo pelo espelho que estava em sua frente.
O homem não pôde deixar de dar um pequeno sorriso para o que parecia ser uma dama.
“Eu não esperava você por aqui, madame.”
Audrey caminha mais para frente, indo para um lugar mais claro e amostra. Ela também retribui o sorriso do estranho que estava na sua frente.
“Eu também não esperava estar no camarim do cantor Damian Batson.”
“Parece que a onisciência não é para gente.”
Damian continuou penteando o seu cabelo até se sentir confortável. Ele estava dividindo o seu cabelo ao meio novamente e a partir de um elástico, ele prende a parte de cima em um coque.
“Eu poderia saber o que deseja por aqui?”
Audrey desviou o seu olhar para baixo por um momento antes de voltar para Damian que havia se virado para olhar para ela esperando a sua resposta.
“Eu só queria conversar um pouco com você…”
Houve uma breve pausa antes de continuar.
“Eu preciso desabafar um pouco, Senhor Mundo.”
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Audrey estava dentro do apartamento alugado do Senhor Mundo que estava no momento terminando de servir chá na xícara em sua frente antes de se sentar.
“O que você queria conversar comigo?”
Ela estava com as suas duas mãos juntas em cima de seu colo enquanto pensava o que conversaria primeiro. Quando finalmente se decidiu, olhou para Damian e disse.
“Eu decidi que depois de avançar para a sequência 1, eu irei parar.”
Klein ainda com a aparência de Damian pegou a xícara em cima da mesinha e tomou um gole de chá enquanto refletia o que ela queria dizer.
“Você quer ficar mais próxima de sua família e sendo sequência 0 seria impossível. Estou certo?”
“Em partes.”
Audrey tomou o chá que tinha lhe oferecido e depois continuou a falar.
“Minha família é o motivo para subir de sequência, além das pessoas de baixa classe que eu quero ajudar em seus momentos difíceis. Mas… Eu notei que eu estou fazendo isso pelos outros, e por mim? É isso que eu queria dizer.”
Klein escuta atentamente as palavras de Audrey enquanto refletia sobre o que dizer. Ele tinha presenciado o seu crescimento desde o começo, e ele mais do que ninguém a conhecia e sabia o que ela perdeu.
“Madame Justiça, o que você procura é um objetivo para si. Um objetivo que te faça pensar ser egoísta.”
Audrey tomou mais um gole do chá antes de suspirar pesadamente. O seu olhar parecia mais cansado e desanimado.
“Exato. Talvez viajar e conhecer novas pessoas ou abrir alguma loja e me especializar no que eu amo, como por exemplo, psicologia.”
Klein colocou a xícara em cima da mesa e observou bem a expressão e a forma que Audrey estava agindo. Ela não parecia estar em boa situação, isso o encheu de culpa. Foi por sua culpa que ela avançou para a sequência 2, pois ele precisava de uma pessoa do caminho do espectador para ajudar ele no tratamento mental e ajudar a sua humanidade.
Ele olhou para a Justiça mais uma vez, antes de refletir sobre o que poderia fazer para ajudá-la. Até que teve uma idéia arriscada, mas seria bom de certa forma.
“Eu tenho uma proposta a fazer, Madame Justiça.”
Ela o observava calmamente, prestando atenção em suas palavras calmamente.
“Eu encontrei nas últimas semanas um planeta parecido com o nosso. Lá tem água, terra, e o mais importante, tem vida habitando por lá.”
‘Um novo planeta que pode ter pessoas vivendo por lá?’
Audrey ficou bastante animada com a informação dada pelo Senhor Mundo. Ela perguntou para si mesma se Fors poderia ter encontrado esse planeta e conversou com o Senhor Louco sobre isso.
Klein não prestou muita atenção na animação de Audrey e continuou.
“Na minha época, foi descoberto um planeta que era parecido com a Terra. Eles o chamavam de Kepler-452b.”
Audrey murmurou o nome estranho que tinham dado para esse planeta, antes de assentir e continuar ouvindo.
“Então, eu resolvi por mim próprio visitar esse planeta para dar mais informações na próxima reunião do Clube do Tarô. O que eu descobri por lá é que eles chamam o planeta deles de Yi-eudaimonia. Que significa ‘Terra da Prosperidade' em uma língua antiga chamada grego.”
“Terra da Prosperidade…” Isso era pouca informação, mas parecia que Audrey estava ficando muito animada com a proposta que O Mundo diria para ela.
“Isso. Por isso eu faço essa proposta. Você gostaria de explorar mais dessa terra comigo? Talvez isso te ajude a refletir sobre o que você quer de verdade e de certa forma, seriam férias para nós dois.”
“É claro! Eu gostaria muito!” Audrey se levantou com muita empolgação do assento, antes de ter percebido o seu erro e voltar a se sentar. O seu rosto ficou vermelho e agora ela queria só se esconder embaixo de algum lugar para não ser vista por Klein.
Klein notou a mudança de expressão estrondosa de Audrey e não pôde deixar de dar uma risada. Ao ver que ela se acalmou, resolveu retornar a conversa.
“Eu percebo que ficou bem animada com minha informação.”
Audrey usou acalmar em si mesma antes de retornar a conversa com Klein formalmente, como se nada de vergonhoso tivesse acontecido.
“O que você me contou é algo impressionante, Senhor Mundo. Mesmo que a Madame Mágica esteja viajando pelo cosmos, ela nunca esteve tão distante do que agora chamam de sistema solar.”
“Tem razão. Por isso também acho melhor você pensar direito na sua resposta. Mesmo eu tendo usado ‘férias’ como uma desculpa, a situação pode ser bastante perigosa.”
Era realmente verdade que a situação era perigosa. Mas agora Audrey era um além de sequência 2 tenta o avanço para a sequência 1. Claro que ela ainda estava recebida em avanço, pois tinha que escrever um livro usando a história com pessoas reais. E ela não sabia com quem poderia fazer isso.
“Eu deveria subir para sequência 1 antes de fazermos essa viagem?”
Audrey olhou para Klein com uma expressão de dúvida, suas sobrancelhas que estavam ruivas se franzem enquanto esperava a resposta do outro que parecia estar refletindo sobre a situação.
"Não acho que seja necessário. Mas caso você queira avançar antes, eu posso esperar."
Klein respondeu com calma, antes de pegar novamente a xícara e tomar um último gole da bebida que estava no recipiente. Audrey negou com a cabeça. Ela sentiu a sua intuição espiritual dizer que deveria ir de qualquer maneira o quanto antes.
"Não deixarei você esperando. Irei como sequência 2, talvez por lá eu consiga ter criatividade para escrever um romance com os habitantes de lá."
Audrey se ajeitou no assento e sentou-se mais na ponta para fazer sua próxima pergunta.
“Quando que vamos para Yi-eudaimonia?”
Houve por silêncio um momento, até que ele falou com um sorriso que parecia com um charlatão.
“Quando o primeiro raio de sol aparecer no último dia da semana.”
