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Sob Medida

Summary:

Uma elegante alfaiataria quase sempre às moscas recebe três clientes surpreendentes, cada um a sua forma.
Sugawara se vê muito impressionado por um deles, incapaz de tirar seus olhos de tamanha... Beleza.
Não seria nada fácil atendê-lo.

Notes:

Hey!
Fanfic feita de presente para meu amor Jusi Chan.
Espero que gostem! <3

(See the end of the work for more notes.)

Chapter 1: Capitulo 1

Chapter Text

- Às vezes eu fico pensando que seria mais divertido trabalhar numa loja popular - murmura Oikawa, num tom totalmente entediado pela falta de clientes na elegante alfaiataria - Ao menos nós teríamos mais clientes para conversar. Francamente, quem pode pagar esses valores absurdos por um terno?

- Se Ukai-san ouvir você falar que o trabalho dele é caro demais, ele pode te demitir - Akaashi fala, calmamente, sentado atrás do balcão. Claramente ele não discorda de Oikawa, ele apenas não sente a mesma necessidade de interação que o amigo tem. Por isso ele é o caixa e não um vendedor.

- Bem, eu jamais disse que eles não valem esse preço. Eu apenas disse que o mundo é muito mais cheio de pessoas de classe média e baixa do que de ricaços que esbanjam dinheiro em ternos - defendeu-se - E convenhamos, eu nem me lembro quando foi que atendi meu ultimo cliente, isso está às moscas - sussurrou.

- Bem, isso eu preciso concordar. - Suga juntou-se à conversa.

Não era ruim estar ali, eles gostavam muito de seus empregos, se divertiam juntos, o ambiente era muito bom e proporcionou a amizade entre os recém-formados em Moda Suga e Oikawa e o estudante de ultimo ano de Economia, Akaashi. Oikawa sempre lembrava do absurdo que era o fato de Suga e ele serem formados pela mesma instituição que Akaashi, mas jamais terem se conhecido na faculdade e esbarrado apenas ali. Akaashi costumava dizer que isso era obra de qualquer divindade que esteja no controle das coisas, pois ele provavelmente não teria conseguido fugir das confusões da dupla de terroristas.

Sugawara estava a ponto de puxar o celular do bolso e conferir suas redes sociais quando baixos sons de sapatos e uma voz grossa e profunda o fez levantar os olhos para a entrada da loja apenas para ser brutalmente atingido pela visão do homem mais bonito que já tinha visto na vida.

Ok, eram três homens e todos eram deslumbrantes, mas puta merda, quem era essa escultura grega no meio dos outros dois?

- Oh, boa tarde. Eu acho que preciso de ajuda com, bom, com ternos - falou a escultura, com uma expressão envergonhada que era encantadora demais para o sistema nervoso de Suga.

Sugawara ouviu ao fundo a risadinha de Oikawa e decidiu ignorá-lo totalmente, pois sabia que ele havia percebido seu súbito interesse e lidar com as piadas de Oikawa nesse momento seria o mesmo que espantar os clientes.

Ele não perderia a chance de olhar mais um pouquinho aquele epítome de homem.

- Bem-vindos à Ukai's Suits. - Suga abriu seu sorriso mais amigável e se recriminou por fixar sua atenção no homem à sua frente, quando na verdade, deveria atender aos três. - Deixe-me saber, qual a ocasião, Senhor...?

- Daichi. Pode me chamar de Daichi.

Daichi...

Sugawara precisou morder a ponta da língua para não repetir o nome infinitas vezes até sentir sua cabeça rodar. O nome combinava com ele. Era simples e forte.

Deus, muito forte. Forte de um jeito que o fazia tremer.

- Certo, Daichi-san, qual seria sua necessidade então?

- Oh, desculpe-me. Bom, eu tenho um casamento, na verdade.

Suga sentiu sua expressão escorregar de seu rosto como se derretesse.

Claro que sim.

Quais as chances daquele homem estar livre? Talvez fosse mais fácil esbarrar na porcaria de um extraterrestre como os das meias que Oikawa gostava de usar.

- Oh entendo! Bastante especial, então – sorriu amarelo – Posso mostrar os modelos que temos nesse momento? Também fazemos modelos exclusivos e sob medida. Ukai-san ficaria honrado em recebê-lo caso o senhor deseje algo único para seu casamento. – Suga virou-se para Oikawa que mantinha-se dividido em ouvir sua conversa com o Sr. Escultura e secar o acompanhante dele. – Senhores, esse é Oikawa e eu os deixarei aos cuidados dele. Fiquem à vontade, por favor. Oikawa, cuide disso, sim?

- Pode deixar, Kou-chan – cantarolou o outro, usando seu sorriso mais charmoso – Os senhores também precisam de ternos? Smoking talvez? Talvez sejam padrinhos?

- Oh não não. Estamos apenas acompanhando Daichi dessa vez – respondeu o rapaz alto de cabelos bicolores, não perdendo tempo em aproximar-se do balcão de Akaashi. Tooru podia jurar que jamais viu alguém olhar para seu amigo com tamanho... encantamento.

Sorriu malicioso para Keiji, mas logo voltou sua atenção para o homem sério sentado no pequeno sofá negro.

- Bom, parece que seu amigo encontrou distração melhor – falou, gracejando, mas não recebeu sequer um pequeno sorriso em troca. Hm... Definitivamente sério. Oikawa exultou com o desafio – Aceita um café enquanto aguarda?

Isso pareceu chamar atenção do homem, que assentiu.

- Claro, obrigado.

Mais um sorriso felino e Oikawa teve o prazer de ver um leve rubor tingir a pele morena dele.

- Preto e sem açúcar, suponho.

O homem levantou uma sobrancelha, levemente surpreso.

- Bingo.

O sorriso de Oikawa apenas aumentou com isso. Pelo pouco que pôde ver, o sujeito era totalmente seu tipo.

- Perfeito então. Eu voltarei em um instante com seu café, Senhor...?

- Iwaizumi – respondeu simplesmente, sustentando o olhar firme em Oikawa.

- Certo. Fique à vontade enquanto espera, Iwaizumi.

 

⛤⛤⛤

 

Após guiar o sonho em forma de cliente até a parte de ternos e smokings para casamentos, Suga agora tentava achar um modelo que combinasse com Daichi, remoendo a falta de sorte.

Decidiu focar totalmente na busca pelo terno ideal, ao menos assim, sentiria menos vontade de reclamar da vida. E também, ele poderia olhar, pelo menos.

- Hm, que tal esse corte, Daichi-san? É bastante clássico e com certeza não tem como não combinar com a roupa da noiva. Ou noivo – falou. Era uma abordagem de praxe, devido ao grande público principalmente gay que a loja recebia. Felizmente, era raro alguém se ofender com a pergunta – Eu acho esse azul petróleo bastante elegante também. O que acha?

Daichi olhava um tanto perdido para a roupa nas mãos de Suga.

- Hm, bem, certamente é lindo, mas... Desculpe, qual seu nome? – Daichi perguntou.

Sugawara corou ao perceber que sequer havia se apresentado. Ukai o faria em pedacinhos se visse essa gafe.

- Me desculpe! Eu esqueci de lhe dizer meu nome – escondeu o rosto com as mãos e Daichi não pôde evitar de achar a atitude adorável – Bem, me chamo Sugawara Koushi, mas você pode me chamar de Suga, se preferir.

Daichi sorriu e Koushi achou que poderia ver aquele sorriso milhões de vezes e jamais se cansaria.

- Certo, Suga. Então me chame apenas de Daichi, tudo bem?

- C-Claro! Sem problemas, como preferir - concordou – E então? O que acha do terno?

- Ah, sim. Sobre isso, bem... – Daichi levou a mão à nuca, num gesto tímido e Suga quase se ofereceu para fazer isso em seu lugar, apenas para tocar aquela nuca uma vezinha na vida – O terno é incrível, sem dúvidas. Mas talvez seja... Um pouco demais, sabe? Não quero chamar mais atenção que o noivo. – riu de sua tentativa de piada.

Oh. O quê?

- Perdão? Você não é o noivo? – Suga sentiu sua boca seca com a expectativa da resposta. Aquilo era um sonho?

- Padrinho. – Oh, aquela mão na nuca de novo... – Eu acho que me expressei mal e por isso você achou que...

- Não, não! Foi totalmente minha culpa. Eu supus isso. Me desculpe por fazer você perder seu tempo. Céus, você deve ser um homem ocupado. – Koushi iniciou uma sessão de murmúrios enquanto direcionava o homem para os ternos mais apropriados para padrinhos.

- Não se preocupe com isso. É muito agradável estar aqui – tranquilizou-o.

Suga estava sentindo-se como um adolescente tímido novamente, corando a cada palavra que Daichi falava e droga, era difícil não sorrir de volta quando ele era tão gentil.

- Que bom. – Daichi sentiu como se o pequeno sorriso que Suga lhe dirigia pudesse iluminar todo o ambiente – Aqui. Talvez esses outros modelos sejam mais adequados.

Por alguns minutos, ambos fingiram se concentrar em encontrar a roupa perfeita para o padrinho mais quente que Sugawara já teve o prazer de atender. E esse prazer apenas dobrou quando ele sugeriu que Daichi provasse alguns modelos para se decidir.

Aquilo tinha que ser algum tipo se tortura.

Suga achou que poderia morrer apenas de imaginar aquele homem se despindo. Ele daria tudo pra saber se seu corpo era tão firme e musculoso quanto parecia. Mas aí Daichi saiu do provador e Suga achou que pudesse ter um orgasmo ali mesmo.

O tecido grafite da calça social grudava em cada pedacinho simplesmente certo do quadril e coxas deles, deixando muito pouco para a imaginação. Os músculos gloriosamente bem trabalhados moldavam e preenchiam tanto a calça quanto a imaginação de Suga. Ele já sabia que sonharia com isso.

Como se não bastasse, a camisa cinza-claro agarrou cada mísero centímetro dos ombros largos, dos bíceps definidos e aparentemente tão bons de apertar, e do peitoral... Deus, Suga não conseguia sequer pensar em adjetivos dignos daquela personificação de todos os seus sonhos mais molhados.

Daichi pensou muito antes de sair do provador com aquela roupa. Estava claramente pequena para ele e ele sentiu todo o sangue subir para seu rosto ao deparar-se com o olhar de Suga. Ele não sabia bem como interpretar, mas com certeza sentiu-se ainda mais tímido.

- Eu... Hm... Eu acho que o tamanho não está muito bom...

Suga discordava totalmente. O tamanho parecia ótimo.

Exceto que eles provavelmente estavam pensando em coisas diferentes.

Ele precisou pigarrear para encontrar novamente sua voz.

- Oh, sim, bem, isso... Eu não imaginei que você fosse tão... Forte - Suga disse, segurando ao máximo a vontade de lamber os lábios. Em contrapartida, Daichi parecia que ia explodir de vergonha.

- Desculpe? - ele tentou, incerto.

Suga riu. Céus, era injusto. Era simplesmente injusto uma pessoa como Daichi existir. O homem tinha uma aparência que gritava SEXO ao mesmo tempo que sua personalidade parecia permeada por doçura.

- Não, tudo bem, isso com certeza não é ruim. - ele riu - Apenas precisaremos mandar fazer um conjunto que se adeque ao seu... Porte físico. Claro, isso se você tiver gostado da roupa, obviamente.

Daichi virou-se para o espelho que havia dentro do provador, dando a Suga uma visão dolorosamente privilegiada de sua bunda.

Suga praticamente podia ouvir o som das trombetas celestiais. Aquilo era o Paraíso e ninguém o convenceria do contrário. Sua boca estava aberta e ele tinha consciência de que parecia um idiota olhando, mas ninguém podia culpá-lo. Aqueles músculos arredondados mereciam ser idolatrados por seus olhos.

Mas ele queria idolatrá-los com as mãos também.

- Bom, eu acho que gostei do corte. E da cor também. Eu acho que escolho esse sim. - a voz profunda de Daichi arrancou Koushi de seus sonhos. Ele precisava de concentração.

"Foco, Suga, focooo."

- Bom, então agora que você escolheu, suponho que precisaremos tirar suas medidas... - a sua voz foi sumindo ao dar-se conta da provação que ele passaria. Deus, tirar as medidas desse homem seria o seu fim. Ele não teria controle o suficiente para não atacá-lo.

Mas também não queria deixar de fazer isso. Não era idiota.

- Oh, sim, eu acho que sim. - Daichi olhou o relógio em seu pulso e fez uma careta. - Porém, infelizmente não poderá ser hoje. Acabei demorando e preciso estar em uma reunião em quinze minutos. Será que podemos fazer isso amanhã?

Suga quase chorou ao perceber que não seria hoje seu dia de sorte de botar as mãos naquele pedaço de homem. Profissionalmente, claro.

- Claro, não há problema. Fique à vontade.

Daichi voltou para o provador a fim de trocar-se novamente e Suga suspirou. Que dia... Incomum.

Ele estranhamente agradeceu por não existirem muitos homens bonitos assim. Ele não sabe se poderia dar conta de lidar com isso sempre.

Se bem que... Parecia diferente em algum ponto ali.

Quando Daichi retornou, Suga tomou as roupas de suas mãos e deixou-as separadas. Quando tudo terminou, ele encaminhou-o novamente para a recepção, onde seus amigos lhe esperavam.

Ambos se surpreenderam ao ver o cenário atípico que se desenrolava. Daichi primeiro viu Bokuto praticamente pendurado no balcão do que deveria ser o caixa, com sua total atenção no rapaz de cabelos escuros e expressão impassível. Depois, olhou para Iwaizumi, que aparentemente conversava com o outro rapaz mais alto, que tinha uma expressão menos... pura, enquanto duas xícaras repousavam sobre a pequena mesa. Eles todos pareciam estar se dando estranhamente bem.

- Já terminou, Daichi? - Bokuto perguntou, sem disfarçar o tom decepcionado.

Daichi riu.

- Ah, bem, não exatamente, mas precisamos ir agora. Sabe que Kuroo está nos esperando.

- Hm, então você vai ter que voltar aqui?

- Sim, eu preciso tirar medidas, aparentemente - esclareceu.

O rosto de Bokuto iluminou-se com a notícia.

- Ah, Akaashi! Então eu vou voltar aqui também e vou poder te ver de novo! - exclamou, sorridente.

Suga viu um levíssimo rubor cobrir as bochechas pálidas de Akaashi, mas apesar disso, seu olhar era suave, quase carinhoso.

- Sim, Bokuto-san. Eu estarei aqui.

O sorriso de Bokuto, se possível, aumentou mais.

- Bom, então estamos indo - voltou-se para Suga, um sorriso bonito desenhando os lábios - Obrigado, Suga. Eu vou tentar voltar logo, pra não fica muito em cima da hora. Obrigado mesmo.

Suga corou um pouco, percebendo que ele era um homem encantador não apenas porque era lindo, mas também porque era gentil e doce.

- Imagina, não há problema, foi um prazer. - Suga juntou as mãos em frente ao corpo, torcendo os dedos, um pouco constrangido com tantos olhares sobre si - Espero que volte logo.

- Claro! Até logo, Suga.

Suga viu pela visão periférica os amigos de Daichi despedindo-se dos seus amigos, mas sua atenção estava mesmo no homem de ombros largos no meio deles.

- Parece que alguém viu um passarinho verde entrar nessa loja, uh? - provocou Oikawa, com um sorriso.

Suga revirou os olhos. Claro que Tooru ia provocar.

- Sim, parece que alguém abriu uma gaiola na frente desta porta e vários passarinhos verdes entraram - retrucou - Acho que ninguém aqui está em condições de rir de mim, já que eu não fui o único ficar... Hm... Impressionado.

- Não me inclua nisso - Akaashi disse, impassível.

Foi a vez de Tooru revirar os olhos.

- Ora Akaashi, não somos idiotas. Você pode negar até a morte mas somos seus amigos e sabemos que essa carinha significa que você total aprovou o grandalhão com jeito de criança.

Akaashi manteve o rosto impassível mas um minúsculo sorriso apareceu ali.

- Ele é um pouco... Fofo - assumiu.

Suga riu.

- Não achei que você gostasse dos brutamontes doces, Akaashi.

- Vocês são dois terroristas, eu já disse isso - acusou - Aliás, Oikawa, pelo amor de Deus, seja menos... Incisivo.

Tooru arregalou os olhos, falsamente surpreso e Suga tampou o rosto com as mãos, imaginando o amigo atacando o pobre homem do seu jeito característico de "flertar".

- Oikawa, pelo amor de Deus, não me diga que você estava se jogando para o homem. Minha nossa...

- Kou-chan, Akaashi está mentindo! Eu não estava sendo incisivo e nem estava me jogando para Iwa-chan! Estávamos conversando civilizadamente! - defendeu-se, com um o rosto crispado, como ele sempre fazia quando era contrariado.

Suga trocou um olhar significativo com Akaashi.

- "Iwa-chan"? Você está chamando aquele homem sério e com cara de mau de "Iwa-chan"? Por Deus, me diga que você não usou esse apelido ridículo com ele. - Suga respirou fundo.

- Ainda não - respondeu Oikawa com um sorriso travesso - Acabei de pensar no apelido, na verdade. Mas talvez eu use na sexta - divagou.

Suga arregalou os olhos.

- Maldito seja, você vai se encontrar com ele? Eu não posso acreditar, você é mesmo uma víbora oferecida - riu abertamente - Pobre homem, sequer teve tempo de pensar e Oikawa já estava com todos os dentes nele.

- Não haja como se você não quisesse ter feito a mesma coisa - retrucou, mas logo fez uma expressão sonhadora que quase derreteu o coração de Koushi - Sinto que pela primeira vez, não esbarrei em um babaca.

- Sabe que estamos torcendo por você. - foi Akaashi quem incentivou, arrancando um sorriso verdadeiro de Oikawa. - Mas sinto que tem alguém aqui escondendo o jogo.

Suga arregalou os olhos, surpreso por ser Akaashi a abordar o assunto.

- Oh, sim. Parece que nosso Kou-chan recebeu um cliente especial também - cantarolou Oikawa, voltando seus olhos afiados para Suga - Diga pra nós tudo que descobriu sobre seu novo alvo.

- Por Deus, Oikawa, ele não é meu alvo - negou. - Mas confesso que é o homem mais bonito e gentil que eu já vi.

Tanto Akaashi quanto Oikawa discordaram internamente, cada qual pensando em suas próprias preferências, mas acharam fofa a expressão sonhadora de Koushi.

- Vocês não estão entendendo como foi difícil atender esse homem - reclamou, relembrando da voz, o cheiro... Céus, o corpo... - Tive que usar muita força de vontade para não apertar a bunda dele. Eu juro.

Oikawa explodiu em gargalhadas escandalosas enquanto Akaashi abaixou a cabeça e riu suavemente.

- Ele experimentou o terno e pelos deuses, eu senti que estava no Paraíso. Aquela roupa apertada nos lugares divinamente certos... - Suga jogou-se no sofá ao lado de Oikawa e apoiou o rosto o ombro do mais alto - Eu apenas queria tocar um pouquinho...

Oikawa riu mais, divertindo-se com o desespero do amigo.

- Oikawa, não foi você que reclamou do movimento da loja? - Akaashi provocou.

- Felizmente os deuses ouviram minhas preces e decidiram nos abençoar com clientela de altíssima qualidade.